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domingo, 9 maio 2004
derrota na hora da despedida
Categoria: Jogos 2003/2004
O jogo da Choupana marcou o último jogo de uma fabulosa temporada do Rio Ave Futebol Clube. Infelizmente, o resultado não foi o melhor, mas era impossível pedir mais a uma equipa que foi martirizada nas últimas partidas com arbitragens medíocres, que impediram que neste jogo marcassem presença jogadores habitualmente titulares. Assim, obrigado a bastante ginástica, Carlos Brito manteve-se fiel ao 4x3x3, estreando Cuco no meio campo, no centro/direita, com Junas, de regresso ao onze, no centro/esquerda, e Vandinho mais recuado. No centro da defesa Idalécio substituiu Danielson, enquanto Jacques, foi utilizado nas alas, tendo sido preferido a Augusto Gama, que ficou no banco.
A primeira parte foi marcada pelo equilíbrio, apesar do Nacional ter entrado melhor, e desperdiçado uma boa oportunidade por Adriano, que procurava golos que lhe permitissem garantir o título de melhor marcador do campeonato. O Rio Ave, preferencialmente em contra ataque, procurava responder, conseguiu equilibrar a contenda, mas não criava grande perigo na área adversária. Foi Serginho Baiano, pouco depois da meia hora, a desperdiçar uma das melhores oportunidades do primeiro tempo, a que se seguiu um excelente remate cruzado de Junas Naciri, na melhor ocasião do Rio Ave na primeira parte. Ainda antes do intervalo, foi, de novo, Baiano a ter nos pés o golo inaugural, mas a defesa do Rio Ave conseguiu resolver a situação. Já sobre o cair do pano, Evandro podia ter feito melhor, quando se encontrava em excelente posição para bater Hilário.
A segunda parte praticamente começou com o golo dos insulares, num livre - bastante contestado por Carlos Brito - de Rossato, extremamente colocado, e que Mora ainda desviou. Esperava-se uma reacção da nossa equipa, com Carlos Brito a preparar-se para lançar Ronny van Es, e, quando o ia fazer, Evandro foi expulso, após uma entrada violenta sobre Ávalos. Foi um duro golpe nas aspirações do Rio Ave, mas que não intimidou o nosso técnico, que arriscou um 4-2-3, com Ronny a substituir Cuco, que deixou boas indicações. A partir daí, no entanto, o jogo tornou-se desinteressante, seguindo-se uma lesão de Franco, que esteve afastado quase dez minutos da partida, ficando a nossa equipa reduzida a nove jogadores.
A segunda parte praticamente começou com o golo dos insulares, num livre - bastante contestado por Carlos Brito - de Rossato, extremamente colocado, e que Mora ainda desviou. Esperava-se uma reacção da nossa equipa, com Carlos Brito a preparar-se para lançar Ronny van Es, e, quando o ia fazer, Evandro foi expulso, após uma entrada violenta sobre Ávalos. Foi um duro golpe nas aspirações do Rio Ave, mas que não intimidou o nosso técnico, que arriscou um 4-2-3, com Ronny a substituir Cuco, que deixou boas indicações. A partir daí, no entanto, o jogo tornou-se desinteressante, seguindo-se uma lesão de Franco, que esteve afastado quase dez minutos da partida, ficando a nossa equipa reduzida a nove jogadores.
Já com Franco em campo, seguiram-se os restantes 3 golos dos madeirenses: o segundo, de novo por Rossato, após tabela com Adriano, em mais um remate forte e colocado ; o terceiro, por Diego, na recarga a uma espectacular defesa de Mora, após livre de Adriano ; o quarto por Adriano, a concluir um excelente lance de contra ataque, batendo em velocidade Valente e Idalecio, de nada valendo a estirada de Mora.
O jogo terminou com um pesadíssimo 0-4, um resultado demasiado pesado para o Rio Ave Futebol Clube, mas que não tira qualquer brilhantismo à excelente temporada realizada. Os nossos jogadores e equipa técnica estão de parabéns pelo trabalho realizado, que conduziu a um histórico 7º lugar, em igualdade pontual com o Marítimo, que ficou na 6ª posição.
RM
Publicado por blogue do rio ave às 22:35
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