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quarta-feira, 9 março 2005
Rio Ave 1 - 0 Moreirense: «Riomatón»
Categoria: Riomatón
Depois de uma semana sem «Riomatón», esta rúbrica do Blogue do Rio Ave regressa à normalidade, com a promessa de uma edição especial, a ser publicada durante esta semana, e que também poderá vir a ser acompanhada de entrevistas há muito aguardadas entre os rioavistas mais atentos...
Para já, deixamos a foto-reportagem da vitória do Rio Ave perante o Moreirense, por uma bola a zero. Foi um resultado curto, que pecou por escasso, pois a superioridade da nossa equipa esteve bem patente, durante os 90 minutos. Ressalvem-se dois factos notáveis: o Rio Ave não perde nos 'Arcos' há mais de um ano e, com este triunfo, ascendeu, pela terceira vez esta temporada, ao 6º lugar da Superliga.

Junas Naciri disputa a bola com o 'trinco' moreirense, Jorge Duarte. O nosso médio holandês parece estar em crescendo de forma, tendo neste jogo demonstrado pormenores fantásticos, boa mobilidade e acima de tudo uma disponibilidade para criar situações atacantes, desmarcando colegas em profundidade, a um nível bastante bom.

Carlos Brito é o rosto do sucesso deste Rio Ave 2004/2005. Um grande motivador, compreensivo, atento a todas circunstâncias do jogo e ao espectáculo, o nosso técnico bem merece ter a sua equipa em 6º lugar na Superliga.

Niquinha e Armando lutando pela posse do esférico. O nosso médio brasileiro fez uma primeira parte muito boa, sendo o grande elo de ligação entre a defesa e o ataque do Rio Ave, um papel que cumpriu com excelência. Saiu lesionado pouco antes do intervalo, depois de ser ter magoado num lance casual com um jogador do Moreirense. Certo é que, pese o voluntarismo de Alexandre, o nosso meio-campo sem o 'Nica', não foi o mesmo.

Zé Gomes, o lateral voador. Excelente exibição do nosso caxineiro, muito rigoroso a defender e pleno de dinâmica nas acções atacantes. Assistiu Gaúcho para o 1-0 e, antes do intervalo, isolado por Mozer, não conseguiu chapelar o guardião João Ricardo.

Evandro está de volta aos seus 'velhos tempos'. Forte, dinâmico e acutilante, o nosso 'matador' não marcou nem assistiu ninguém para golo, isto porque só contam as bolas que entram... Jogou e fez jogar, a boa forma está para durar. Assim o esperamos.

Perdulário, móvel e decisivo. Uma teia de paradoxos. Vai valendo golos e, não fosse a sua habilidade canarinha, teria jogado a bola com a cabeça - e não com a mão - conseguindo mais um golo para a sua conta pessoal.
Publicado por blogue do rio ave às 00:17