« FÓRUM: Rio Ave 2 - 2 Naval 1º Maio | Entrada | Rio Ave 2 - 2 Naval: «Riomatón» »

domingo, 14 agosto 2005

Rio Ave 2 - 2 Naval: as crónicas

Categoria: Jogos Particulares 2005/2006

Empate salomónico graças à matreirice, publicada no jornal 'Record'

Rio Ave e Naval empataram a duas bolas, mas António Sousa e Manuel Cajuda retiraram ilações preciosas para um arranque da SuperLiga cada vez mais próximo.

Os vila-condenses ainda jogam amanhã com o Celta de Vigo, encerrando a sua preparação contra um adversário poderoso e Sousa não esconde que pretende fazer um ensaio geral com vista à estreia em Penafiel.

Do lado dos figueirenses, o teste em Vila do Conde calhou bem para comprovar que Manuel Cajuda conseguiu implementar uma boa dose de matreirice nos seus atletas.

Visitando o Vitória de Guimarães e recebendo o FC Porto no início da SuperLiga, nada como ter afinadas as marcações pegajosas e por vezes até alguma rispidez da sua organização defensiva.

O que lhe pode faltar em qualidade, a Naval compensa com disponibilidade de todos os elementos para um trabalho desgastante. A leitura de jogo que permitiu explorar até à exaustão a debilidade do flanco esquerdo do Rio Ave revelou-se exemplar.

Foi assim que Éder Richartz marcou o primeiro golo logo no primeiro remate, aos 7’. De resto, a Naval conseguiu o feito de marcar dois tentos pela primeira vez ao oitavo teste. Nos sete anteriores tinha-se ficado por um confrangedor total de três golos.

Transição

Mesmo motivado por três vitórias consecutivas, o Rio Ave foi surpreendido pela intensidade da Naval nos primeiros minutos. Porém, valeu aos vila-condenses o facto de também terem sido felizes no seu primeiro disparo. Um livre descaído para a direita deu azo a que Cleiton exibisse a qualidade do seu pé esquerdo, surpreendendo um desastrado Sopalski. A grande penalidade cometida sobre Gama e convertida por Agostinho deu uma vantagem na segunda parte que um erro defensivo estragou, quando Fajardo cabeceou isolado. Ainda passou em claro uma falta na área de Nélson Veiga sobre Keita.

António Sousa está a conseguir suavizar a transição do 4x3x3 de Carlos Brito para o seu 4x4x2 com o meio-campo em losango, faltando-lhe somente mais velocidade.

Género de ante-estreia, publicada no jornal 'O Jogo'

Rio Ave e Naval encontraram-se ontem para um género de ante-estreia da SuperLiga, acabando empatadas e com algumas coisas com que se preocuparem até ao início do campeonato. Mas se era o Rio Ave que jogava em casa, apresentando-se aos adeptos, a verdade é que foi a Naval aquela que pareceu mais perto do ritmo que lhe será exigido na SuperLiga. Pelo menos no capítulo defensivo, pois apesar de ter sofrido dois golos - livre-directo e penálti - foi atrás que melhor deu conta do recado. Duas barreiras de cinco jogadores quase em linha revelou-se ontem num problema que os vila-condenses tiveram dificuldades em resolver, ficando claro que Manuel Cajuda está disposto a jogar com as armas que uma equipa repleta de estreantes será capaz de lhe oferecer no início do campeonato. Um meio-campo que não pedirá desculpa pela dureza e processos rápidos para levar a bola para o ataque, eis o que parece ser a táctica da Naval. Não sendo um jogo a sério, valeu as navalistas a satisfação de ver a equipa jogar quase sempre melhor do que um adversário com mais experiência de SuperLiga.

È certo que a semana foi intensa para o Rio Ave, que depois de amanhã a equipa estará de novo em campo - joga com o Celta de Vigo -, mas a verdade é que só a espaços foi capaz de satisfazer os adeptos que responderam ao convite para a apresentação. E por entre o que de menos bom exibiu o destaque vai para a incapacidade demonstrada nas saídas para o contra-ataque, aliás, imagem de marca do Rio Ave nas últimas temporadas. E foi essa a imagem que a equipa de António Sousa deixou, em especial na primeira parte e numa altura em que as duas equipas levaram mais a sério a ante-estreia. Depois do intervalo, as substituições trataram de fazer ao jogo de ontem o que fazem a todas as partidas de pré-temporada, quebrando o ritmo e tornando tudo numa longa espera pelo apito final.

Ficha de jogo

Árbitro | Luciano Silva (AF Porto)

Local | Estádio do Rio Ave FC, Vila do Conde

Rio Ave (2)

Mora, Zé Gomes, Danielson, Idalécio e Cleiton; Niquinha, Delson, Ricardo Jorge e Marquinhos; Chidi e Gaucho.

Jogaram ainda: Candeias, António, Evandro, André Vilas Boas, Diego, Agostinho, Bruno Mendes, Gama, Milhazes, Keita, André Serrão, Fábio, Adriano.

Treinador: António Sousa

Naval (2)

Sopalski; Bessa, João Paulo, Fernando e China; Gilmar, Glauber e Eder Richartz; Lito, Fajardo e Bruno Fogaça

Jogaram ainda: Leo Guerra, Márcio Luís, Saulo, Carlitos, Solimar, Nélson Veiga, Rui Miguel

Treinador: Manuel Cajuda

Intervalo | 1-1

Marcadores | (0-1) Eder Richartz 8'; (1-1) Cleiton 17', (2-1) Agostinho 47' g.p.; (2-2) Fajardo 70'.

Publicado por blogue do rio ave às 11:41

Comentários:





o rio ave é uma equipa muito forte tao forte que ambas as duas equipas que tem dentro de si querem jogar por isso existem estes resultados catastroficos...força antonio sousa porque para mim és o melhor treinador que já vi .


mora
ze gomes danielson idalécio cleiton

niquinha delson

ricardo jorge marquinhos chidi gaucho

esta equipa joga em casa


candeias

andré serrao antonio bruno mendes milhazes

andre vilas boas agostinho
evandro gamA KEITA E FÁBIO


esta equipa joga fora de casa.


:: uma recarga de henrique em agosto 14, 2005 12:34 PM

Trackback Pings

TrackBack URL para esta entrada:
http://weblog.com.pt/MT/trac.cgi/182322

Lista dos links para blogues que mencionam Rio Ave 2 - 2 Naval: as crónicas:

» vibrating sex toy de
tickling teen feet 3d incest cartoons outdoor lesbians sex group [Ler...]

Recenseado em abril 19, 2006 02:05 PM

» the essential johnny cash mp3 download de
racer x getting heavier mp3 immortal sons of northern darkness mp3 ra... [Ler...]

Recenseado em abril 20, 2006 04:50 AM

» the essential johnny cash mp3 download de
racer x getting heavier mp3 immortal sons of northern darkness mp3 ra... [Ler...]

Recenseado em abril 20, 2006 04:51 AM