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quinta-feira, 8 setembro 2005

13 dá-lhe sorte

Categoria: Entrevistas Categoria: Notícias 2005/2006

Entrevista publicada no jornal 'A Bola'

QUANDO ingressou no RioAve e chegou a altura de escolher os números, Gaúcho pediu o 13, que era de Franco... e que não abdicou dele. O central acabaria por sair a meio da temporada para a Coreia mas como o mesmo número não pode ser utilizado por mais que um jogador durante a época Gaúcho teve de esperar.

Image hosted by Photobucket.comSuperstições à parte, agora, que recuperou o n.º 13, Gaúcho parece mais confiante. E, depois de um ano frouxo, até já começou a fazer o que mais sabe e o que melhor o referencia: marcar golos. O FC Porto é o senhor que se segue no caminho do Rio Ave, um adversário de que Gaúcho guarda as melhores recordações, pelo que reviver o passado no Dragão é objectivo legítimo.

— Concorda com a ideia de que na época anterior ficou aquém das expectativas?
— Concordo, e explico porquê: foi um ano muito desgastante, devido a não ter tido férias. Vim directamente da Coreia do Sul para Vila do Conde. Ressenti-me disso sobretudo na segunda volta, em que caí em termos físicos.

— O sistema de jogo da equipa mudou. As suas características encaixam-se melhor no actual 4x4x2?
— Até ao momento, sim. O nosso sistema é idêntico ao 4x4x2 brasileiro, em que os pontas-de-lança não têm de se preocupar muito com a marcação aos adversários.

— Que vantagem pode o Rio Ave explorar pelo facto de se apresentar no Dragão como um dos líderes do campeonato?
— Qual das equipas que estão em baixo na classificação não gostaria de ter seis pontos nesta altura?... Todas! Vamos jogar perante mais de 40 mil pessoas e isso motiva qualquer um. A obrigação de vencer é do FC Porto. Nada temos a perder.

— Mal se lhe deparou a oportunidade de ficar com a camisola nº. 13, agarrou-a. É supersticioso?
— Não é questão de superstição. A explicação é muito simples: quando cheguei a Portugal, para jogar no Estrela, só havia disponível o n.º 13. Não tive alternativa. Mas acabou por dar sorte. Quando fui para o Marítimo o n.º 13 estava livre e nem hesitei. Agora, no Rio Ave, depois do Franco sair, só tive de esperar uns meses para ficar com o n.º 13...

Publicado por blogue do rio ave às 17:07

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